Brutalismo: a última trincheira do Movimento Moderno

p. 1-11

Capa dos anais

3º Seminário Docomomo Brasil, São Paulo, 1999

Baixar PDF DOI10.5281/zenodo.19070519

Resumo

Este ensaio apresenta o Novo Brutalismo como a última transformação do Movimento Moderno, na tentativa de preservar seus valores ideológicos e éticos. Neste sentido, as aportações sobre identidade, cultura e crescimento urbano introduzidas pelo TEAM X e os Smithson trouxeram uma grande contribuição para a cultura arquitetônica nos anos 50-60. No Brasil, o brutalismo fez escola e teve na figura de Vilanova Artigas seu grande mestre e criador. Entretanto, de alguma forma, os vínculos com os brutalistas ingleses foram negados em nome de uma busca pela identidade nacional.

Como citar

FREITAS FUÃO, Fernando. Brutalismo: a última trincheira do Movimento Moderno. In: SEMINÁRIO DOCOMOMO BRASIL, 3., 1999, São Paulo. Anais [...]. São Paulo: FAU-USP, 1999. p. 1-11. ISBN 85-85205-56-3. DOI: 10.5281/zenodo.19070519.

Referências

  • ACAYABA, Marlene. Brutalismo Caboclo, as residências paulistas. Projeto, n. 73, p. 46-48, mar. 1985.
  • ACAYABA, Marlene. Reflexões sobre o brutalismo caboclo. Projeto, n. 86, p. 68-70, abr. 1986.
  • ACAYABA, Marlene. Vilanova Artigas, amado mestre. Projeto, n. 76, p. 50-54, jun. 1985.
  • ARTIGAS, Rosa Camargo; SILVA, Dalva. Sobre brutalismo, mitos e bares. AU, Arquitetura e Urbanismo, n. 17, p. 61-63, abr./maio 1988.
  • ARTIGAS, Vilanova. A função social do arquiteto. São Paulo: Nobel; Fundação Vilanova Artigas, 1989.
  • ARTIGAS, Vilanova. As posições dos anos 50. Projeto, n. 109, p. 95-102, abr. 1988.
  • ARTIGAS, Vilanova. Em branco e preto. AU, Arquitetura e Urbanismo, n. 17, p. 78, abr./maio 1988.
  • ARTIGAS, Vilanova. Fragmentos de um discurso complexo. Projeto, n. 109, p. 91-94, abr. 1988.
  • BANHAM, Reyner. El Brutalismo en Arquitectura, ética o estética? Barcelona: Gustavo Gili, 1967.
  • BANHAM, Reyner. Neoliberty, the Italian retreat from modern architecture. Architectural Review, n. 747, 1959.
  • BRUAND, Yves. Arquitetura contemporânea no Brasil. São Paulo: Perspectiva, 1981.
  • LANDAU, Royston. Nuevos caminos de la arquitectura inglesa. Barcelona: Blume, 1964.
  • LIMA, Sergio. Alguns dados sobre a construção interessada de uma ausência: a do surrealismo no Brasil. Organon, n. 22, p. 183-206. Porto Alegre: Ed. UFRGS, 1994.
  • PEDREIRA, Lívia Alvarez. Arquitetura, política e paixão, a obra de um humanista. AU, Arquitetura e Urbanismo, n. 1, jan. 1985.
  • RUDOFSKY, Bernard. Architecture without architects. New York: Doubleday, 1964.
  • SANVITTO, Maria Luiza. Brutalismo paulista: uma análise compositiva de residências paulistanas entre 1957 e 1971. 1997. Dissertação (Mestrado) — PROPAR, UFRGS, Porto Alegre, 1997.
  • SEGAWA, Hugo. Arquiteturas no Brasil 1900-1990. São Paulo: Edusp, 1998.
  • SILVA, Dalva; BAYEUX, Gloria; ARTIGAS, Rosa. Que catedrais tendes no pensamento? AU, Arquitetura e Urbanismo, n. 5, p. 11-17, abr. 1986.
  • SMITHSON, Alison; SMITHSON, Peter. Ordinariness and Light. Cambridge: MIT Press, 1970.
  • SMITHSON, Alison; SMITHSON, Peter. Urban Structuring. London: Studio Vista, 1967.
  • SMITHSON, Alison; SMITHSON, Peter. Without Rhetoric: an architectural aesthetic 1955-1972. Cambridge: MIT Press, 1974.
  • SMITHSON, Peter; SMITHSON, Alison. School at Hunstanton, Norfolk. Architectural Review, n. 693, p. 147-162, sep. 1954.
  • VIEIRA FILHO, Carlos Alberto. Vilanova Artigas e a arquitetura paulista. Projeto, n. 66, p. 97-101, ago. 1984.

Ficha catalográfica

3º Seminário Docomomo Brasil: anais: a permanência do moderno [recurso eletrônico]. São Carlos: EESC-USP, 1999. ISBN 85-85205-56-3