Arquitetura hospitalar: inovação e preservação urbana

Capa dos anais

16º Seminário Docomomo Brasil, Porto Alegre, 2025

Resumo

A arquitetura hospitalar evolui constantemente, impulsionada por avanços médicos, normativos e tecnológicos. No Brasil, muitos hospitais são edifícios antigos que demandam atualizações e expansões, como o Albert Einstein e o Hospital das Clínicas, em São Paulo. Muitos conjuntos, construídos ao longo de décadas, possuem edifícios de valor histórico e tornam-se marcos urbanos, interferindo na dinâmica do entorno. Assim, arquitetura hospitalar deixa de ser apenas técnica para se tornar estratégica, e enfrenta o seguinte desafio: como a modernização hospitalar pode atender às rigorosas normas atuais, como a RDC 50 da Anvisa, sem descaracterizar seu patrimônio histórico e identidade? A resposta muitas vezes está na própria heterogeneidade dos conjuntos e na lógica da arquitetura moderna, que, com sua modularidade e flexibilidade, facilita conexões e transformações. O estudo de caso proposto é o Hospital das Clínicas da FMUSP, um marco da arquitetura moderna planejado nos anos 1930, e exemplo dessa adaptação contínua, integrando-se à malha urbana e atendendo às novas demandas sem perder sua identidade histórica.

Palavras-chave

Como citar

ORESKO, Bianca; IMBRUNITO, Maria Isabel. Arquitetura hospitalar: inovação e preservação urbana. In: SEMINÁRIO DOCOMOMO BRASIL, 16., 2025, Porto Alegre. Anais [...]. Porto Alegre: Marcavisual Editora, 2025. ISBN 978-65-993024-6-6.